"Acima de todas as liberdades, dê-me a de saber, de me expressar, de debater com autonomia, de acordo com minha consciência."
sexta-feira, 27 de julho de 2018
quinta-feira, 26 de julho de 2018
quarta-feira, 25 de julho de 2018
Música nacional da semana #30
Fizera pouco em tê-lo deixado todo quebrado
Desfigurado, irreconhecível até pra mãe
- Mãe, olha só que legal, carro que eu ganhei no natal
Tu que me deu, disse: "Cuidado pra que não arranhe"
- Menino doido, tu quebrou até os friso
Tem noção do prejuízo?
Acho que o teu véio vai te matar
Os olhos dele esperando o carro do ano
Um modelo italiano
Que acabaram de inventar
Carrão da porra, tu pisava, ele voava
Tu freava, ele ancorava
E eu lá dentro a me debater
No bate-bate com a cabeça no volante
Voei pelo vidro da frente
A raiva preta eu não pude conter
Com o sangue quente
Cortei a testa
Quebrei os dente
E toda aquela gente
Peste! num vem ninguém me ajudar
Nem se mexiam, pior que isso, eles riam
Teto preto, o tempo fecha, os ovo inflama
Hora do pau cantar
Eu quero é ver o oco
Só na mãozada eu deitei seis, mas detestei matar
Eu quero é ver o oco
Sem controle, tocando fole, é hora de dançar
Meu ódio por automotores começou cedo
Depois que eu tranquei os dedo na porta dum Opalão
Meu pai de dentro se ria que se mijava
Achou que o filho festejava, era dia de Cosme e Damião
Depois do dedo, foi o braço, a perna, as costa
Tu duvida, bate aposta
Pois muitos vão lhe testemunhar
Tanta fratura que deixou a doutora louca
É pino até no céu da boca
Tu cansa só de tentar contar
Eu quero é ver o oco
É pedir muito uma enfermeira vir me ajudar?
Eu quero é ver o oco
Ó enfermeira, gente boa, vem me medicar
Eu quero é ver o oco
Eu quero é ver o oco
Desfigurado, irreconhecível até pra mãe
- Mãe, olha só que legal, carro que eu ganhei no natal
Tu que me deu, disse: "Cuidado pra que não arranhe"
- Menino doido, tu quebrou até os friso
Tem noção do prejuízo?
Acho que o teu véio vai te matar
Os olhos dele esperando o carro do ano
Um modelo italiano
Que acabaram de inventar
Carrão da porra, tu pisava, ele voava
Tu freava, ele ancorava
E eu lá dentro a me debater
No bate-bate com a cabeça no volante
Voei pelo vidro da frente
A raiva preta eu não pude conter
Com o sangue quente
Cortei a testa
Quebrei os dente
E toda aquela gente
Peste! num vem ninguém me ajudar
Nem se mexiam, pior que isso, eles riam
Teto preto, o tempo fecha, os ovo inflama
Hora do pau cantar
Eu quero é ver o oco
Só na mãozada eu deitei seis, mas detestei matar
Eu quero é ver o oco
Sem controle, tocando fole, é hora de dançar
Meu ódio por automotores começou cedo
Depois que eu tranquei os dedo na porta dum Opalão
Meu pai de dentro se ria que se mijava
Achou que o filho festejava, era dia de Cosme e Damião
Depois do dedo, foi o braço, a perna, as costa
Tu duvida, bate aposta
Pois muitos vão lhe testemunhar
Tanta fratura que deixou a doutora louca
É pino até no céu da boca
Tu cansa só de tentar contar
Eu quero é ver o oco
É pedir muito uma enfermeira vir me ajudar?
Eu quero é ver o oco
Ó enfermeira, gente boa, vem me medicar
Eu quero é ver o oco
Eu quero é ver o oco
quarta-feira, 18 de julho de 2018
Música nacional da semana #28
Não é de fora que a nave vem,
É de dentro do peito que a nave sai.
É de dentro da gente que a nau inaudita,
Habita, repousa, amor e hidrogênio.
Silêncio, saudade, soluço, selênio.
A nau permanece mesmo quando vai.
Secreta se curva, dá a gota, se agita,
Se eleva no ar, resplandece e cai.
A nave que é mãe
Que é filho e é pai
É tudo e é nada
O povo e ninguém
Não é de fora que a nave vem,
É de dentro do peito que a nave sai.
Não é de fora que a nave vem,
É de dentro do peito, que a nave sai.
Respirar, navegar é coisíssima igual,
O ar que ri é o fogo da nau.
No vale profundo que geme em nós,
Reside o casulo do cavalo alado.
Na rainha-mãe ou no pobre coitado,
Ali se espelha a centelha do gás.
Se é moça ou rapaz, ancião ou criança,
A chama não cansa de dançar a dança.
A nave que é mãe (A nave que é mãe)
Que é filho e é pai (Que é filho e é pai)
É. tudo e é nada (É tudo e é nada)
O povo e ninguém
Não é de fora que a nave vem,
É de dentro do peito que a nave sai.
Não é de fora que a nave vem,
É de dentro do peito, que a nave sai.
Não é de fora que a nave vem,
É de dentro do peito que a nave sai.
Não é de fora que a nave vem,
É de dentro do peito, que a nave sai.
"Não é de fora que a nave vem,
É de dentro do peito, que a nave sai...."
É de dentro do peito, que a nave sai
quarta-feira, 11 de julho de 2018
Música nacional da semana #27
Pra ser sincero
Não espero de você
Mais do que educação
Beijo sem paixão
Crime sem castigo
Aperto de mãos
Apenas bons amigos
Pra ser sincero
Não espero que você
Minta
Não se sinta capaz
De enganar
Quem não engana
A si mesmo
Nós dois temos
Os mesmos defeitos
Sabemos tudo
A nosso respeito
Somos suspeitos
De um crime perfeito
Mas crimes perfeitos
Não deixam suspeitos
Pra ser sincero
Não espero de você
Mais do que educação
Beijo sem paixão
Crime sem castigo
Aperto de mãos
Ainda bons amigos
Pra ser sincero
Não espero que você
Me perdoe
Por ter perdido a calma
Por ter vendido a alma
Ao diabo
Um dia desse
Num desses
Encontros casuais
Talvez a gente
Se encontre
Talvez a gente
Encontre explicação
Um dia desses
Num desses
Encontros casuais
Talvez eu diga
Minha amiga
Pra ser sincero
Prazer em vê-la
Até mais
Nós dois temos
Os mesmos defeitos
Sabemos tudo
A nosso respeito
Somos suspeitos
De um crime perfeito
Mas crimes perfeitos
Nunca deixam suspeitos
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